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Doença de Peyronie, saiba O QUE É E COMO TRATAR

Doença de Peyronie, saiba O QUE É E COMO TRATAR

Doença de Peyronie é caracterizada pela formação de placas fibrosas na túnica albugínea (membrana que reveste o pênis internamente), pode estar associada à dor durante as ereções e dificultar a penetração devido à curvatura peniana, e ainda ocorrer disfunção erétil (dificuldade de ereção) associada.

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Cervicites e Uretrites por Neisseria gonorrhoeae, DST que pode complicar a gravidez

Cervicites e Uretrites por Neisseria gonorrhoeae, DST que pode complicar a gravidez

Cervicites são processos inflamatórios do epitélio endocervical que podem associar-se com inflamação do colo uterino e da mucosa vaginal. A principal causa da cervicite é infecciosa e, na maioria das vezes, é causada por Neisseria gonorrhoeae ou Chlamydia trachomatis. Cervicites no período gravídico-puerperal são causa frequente de complicações, especialmente relacionadas à prematuridade. Afecções dessa natureza também podem provocar doença inflamatória pélvica e consequentemente, infertilidade.

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Chlamydia trachomatis, a DST bacteriana mais comum do mundo

Chlamydia trachomatis, a DST bacteriana mais comum do mundo

A infecção por Chlamydia trachomatis é responsável por uma série de complicações ginecológicas e obstétricas. Casos não tratados dessa infecção causam doença inflamatória pélvica, gravidez ectópica, infertilidade e dor pélvica crônica em mulheres. Em homens jovens, essa infecção pode provocar orquiepididimite e, em neonatos (recém-nascidos), conjuntivite (oftalmia neonatal) e pneumonite, por meio de transmissão materno-fetal.

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Andropausa: verdades sobre o envelhecimento masculino

Andropausa: verdades sobre o envelhecimento masculino

O envelhecimento masculino é acompanhado de sinais e sintomas que lembram deficiência de hormônios masculino (androgênios)  como diminuição da massa e força muscular, aumento de gordura abdominal principalmente visceral com resistência à insulina (pré-diabetes) e perfil lipídico aterogênico (aumento do colesterol), diminuição da libido (desejo sexual) e pêlos sexuais, osteopenia (diminuição da densidade do osso), diminuição da performance cognitiva (pensamento lentificado), depressão, insônia, sudorese e diminuição da sensação de bem estar geral. É tentador relacionar esses sintomas ao declínio de hormônio masculino associado ao envelhecimento.

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Diminuição da libido, fadiga e cansaço crônico podem ser causadas por diminuição do hormônio masculino (androgênios) na mulher

Diminuição da libido, fadiga e cansaço crônico podem ser causadas por diminuição do hormônio masculino (androgênios) na mulher

A síndrome da insuficiência androgênica (hormônio masculino) na mulher atualmente tem despertado inúmeras discussões e controvérsias. Nas mulheres, os androgênios diminiem lenta e progressivamente  ao longo da vida. A deficiência de hormônio masculino na mulher se manifesta lentamente, por diminuição da função sexual, bem-estar, energia, fadiga, emagrecimento, instabilidade vasomotora (ondas de calor), alterações na composição corporal (armazenamento de gordura no quadril) e perda de massa óssea.

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Botox pode ser usado como tratamento do vaginismo

Botox pode ser usado como tratamento do vaginismo

Dor durante relação sexual, dificuldade ao exame ginecológico, dificuldade para introdução de absorvente interno ou aplicadores de creme vaginal estão relacionados ao vaginismo, disfunção predominantemente de origem psicológica que promova a contração involuntária da musculatura vaginal.

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VAGINISMO – DOR NA RELAÇÃO SEXUAL TEM TRATAMENTO

VAGINISMO – DOR NA RELAÇÃO SEXUAL TEM TRATAMENTO

O vaginismo corresponde à contração da musculatura da vagina durante o ato sexual, causando desconforto, ardência, dor ou completa incapacidade de vivenciar a relação sexual.

O estreitamento vaginal resulta da excessiva contração involuntária do assoalho pélvico. Muitas vezes a mulher pode não estar consciente de que esta é a causa da dor ou dificuldade de penetração.

Os sintomas do vaginismo variam desde leves sensações de ardência com contração na abertura vaginal até o seu total fechamento, tornando impossível a penetração.

O vaginismo é considerado uma das disfunções sexuais femininas cujo tratamento tem bons resultados. O tratamento segue um processo fácil de administrar, geralmente não requer medicamentos, cirurgia ou qualquer outra técnica invasiva complexa.

A abordagem combinando exercícios de controle do assoalho pélvico, exercícios de inserção ou de dilatação, técnicas de eliminação da dor, etapas de transição e exercícios que ajudam a mulher a identificar, expressar e resolver quaisquer componentes emocionais que contribuam para o problema revelam-se suficientes para seu tratamento.

Fonte: http://www.vaginismus.com

Dra. Liege Zem Zancanaro
Fisioterapia uroginecológica
CREFITO/MT 114.954/F

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