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Bem Estar Vacinas

Veja mais informações sobre o centro de imunização da Bem Estar Medicina e Saúde.

Calendário Vacinal – Infanto Juvenil (até 20 anos)

Bem-Estar-Vacinas---Calendário-Infantil Calendário baseado no Calendário de Vacinação proposto pela Sociedade Brasileira de Imunização (SBIM).

Calendário Vacinal – Adulto e Idoso

Bem-Estar-Vacinas---Calendário-AdultoCalendário baseado no Calendário de Vacinação proposto pela Sociedade Brasileira de Imunização (SBIM). Bem-Estarrodape

Vacinas Disponíveis

ANTIGRIPAL TETRAVALENTE FLUARIX® ADULTO/INFANTIL GSK
Laboratório: GSK – GLAXOSMITHKLINE Apresentação: Seringa dose única 0,5 ml. Indicada para: Profilaxia contra gripe em adultos e crianças a partir de 3 anos de idade. Eventos adversos: Da mesma forma que com outras vacinas, deve-se adiar a administração de Fluarix® Tetra a indivíduos que apresentam doença febril aguda grave. A presença de infecção leve, como um resfriado, não é motivo para adiar a vacinação. Pode ocorrer síncope (desmaio) depois, ou mesmo antes, de qualquer vacinação, como resposta psicogênica à agulha de injeção.É improvável que a vacina produza qualquer efeito sobre a habilidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Caso Fluarix® Tetra seja administrada simultaneamente com outra vacina injetável, estas devem sempre ser administradas em locais diferentes.
ANTIGRIPAL TRIVALENTE GSK
Laboratório: GSK – GLAXOSMITHKLINE Apresentação: Seringa dose única 0,5 ml Indicada para: Profilaxia contra gripe em adultos e crianças a partir de 6 meses de idade Eventos adversos: Pode ocorrer síncope (desmaio) depois, ou mesmo antes, de qualquer vacinação, como resposta psicogênica à agulha de injeção. É improvável que a vacina produza qualquer efeito sobre a habilidade de dirigir veículos ou operar máquinas.
DTPa ADULTO/INFANTIL SANOFI
Laboratório: Sanofi Pasteur Apresentação: Frasco-ampola com 0,5mL de suspensão. Indicada para: Dose de reforço contra difteria, tétano e coqueluche em indivíduos acima de 4 anos. Eventos adversos: redução do apetite, febre, irritabilidade, choro inconsolável, sonolência e reações locais como eritema, sensibilidade e edema no local da aplicação. Vômito, choro incomum estridente, palidez e apatia são eventos menos comuns. A ocorrência de febre acima de 40,5°C após a imunização com a vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular) é rara.
FEBRE AMARELA SANOFI
Laboratório : Sanofi Pasteur Apresentação : Frasco-ampola com 1 dose liofilizada + seringa diluente com 0,5mL. Indicada para : Prevenção da febre amarela em residentes, viajantes ou indivíduos maiores de 9 meses que se desloquem por uma zona endêmica. Eventos adversos : Muito freqüente: cefaléias, reações locais (inclusive dor, eritema, hematoma, induração, edema). Freqüente: náusea, diarréia e vômito, dor muscular, febre, astenia. Pouco freqüentes: dor abdominal, dor articular. 
FEBRE TIFÓIDE Typhim-Vi SANOFI
Laboratório : Sanofi Pasteur Apresentação : Cartucho contendo uma seringa de uma dose de 0,5 mL. Indicada para : Prevenção da febre tifóide em adultos e crianças a partir de 2 anos de idade. A vacina é indicada especialmente para pessoas que viajam para áreas endêmicas, migrantes, profissionais da área de saúde e militares. Eventos adversos : Os eventos adversos relatados após a vacinação são geralmente leves e de curta duração. Trata-se freqüentemente de reações no local da injeção (dor, inchaço, vermelhidão). Reações sistêmicas (febre, dor de cabeça, mal estar, artralgia, mialgia, náusea, dor abdominal) foram raramente registradas. Reações do tipo alérgicas podem ser observadas em casos muito raros (prurido, rashes, urticária).
HEPATITE A ADULTO/INFANTIL GSK
Laboratório: GSK – GLAXOSMITHKLINE Apresentação: Adulto (seringa preenchida 1440UEL/1,0mL) ou pediátrico (seringa preenchida 720UEL/0,5mL). Indicada para: Imunização ativa contra hepatite A de indivíduos a partir de um ano de idade. Eventos adversos: Reações muito comuns: irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da injeção. Reações comuns: perda de apetite, sonolência, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre (≥37,5ºC), endurecimento no local da injeção. Reações incomuns: infecção do trato respiratório superior (otite, sinusite, dor de garganta), rinite, tonteira, erupções na pele, dor muscular, rigidez muscular, quadro semelhante à gripe. Reações raras: diminuição da sensibilidade, dormências, coceira, calafrios.
HEPATITE A + B ADULTO/INFANTIL GSK
Laboratório: GSK – GLAXOSMITHKLINE Apresentação: Seringa preenchida com 1mL. Indicada para: Prevenção de hepatite A e B em crianças a partir de 1 ano e adultos. Eventos adversos: Muito comuns: fadiga. Comuns: cefaléia, mal-estar, náusea. Incomuns: febre, vômito.
HEPATITE B ADULTO/INFANTIL GSK
Laboratório: GSK – GLAXOSMITHKLINE Apresentação: Seringa 0,5mL/10mcg (pediátrico); frasco 1mL/20mcg (adulto) Indicada para: Imunização ativa contra hepatite B em crianças e adultos. Eventos adversos: Reações muito comuns: irritabilidade, dor e vermelhidão no local de injeção, cansaço.Reações comuns: perda de apetite, dor de cabeça (muito comum com a formulação de 10 mcg), sonolência, sintomas gastrintestinais (como náusea, vômito, diarreia e dor abdominal), inchaço no local de injeção, mal-estar, rigidez, febre (≥ 37,5ºC). Reações incomuns: tontura, dor muscular, sintomas semelhantes aos da gripe. Reações raras: linfadenopatia (ínguas), parestesia (sensação de formigamento, coceira, queimação etc.), artralgia (dor na articulação), prurido (coceira) e urticária (erupção da pele com coceira).
HEPATITE B ADULTO SANOFI
Laboratório: Sanofi Pasteur Apresentação: Frasco-ampola com uma dose (pediátrica 0,5mL e adulta 1mL). Indicada para: Imunização contra a infecção causada por todos os subtipos conhecidos do vírus da hepatite B para crianças (até 15 anos) e adultos (a partir de 16 anos) Eventos adversos: Reação muito comum: dor no local de aplicação. Reação comum: exantema eritematoso, enduração, edema (inchaço), febre, choro anormal, hematoma (acúmulo de sangue), dor abdominal, falta de apetite, diarreia, vômito, nervosismos, insônia, sonolência. Reação incomum: icterícia (síndrome caracterizada pela coloração amarelada de pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo) neonatal, monilíase (infecção de pele e mucosas causada por fungo), rinite (irritação e inflamação crônica ou aguda da mucosa nasal), exantema (erupção cutânea), exantema maculopapular, pitiríase rósea (alterações na pigmentação cutânea).
HERPES ZÓSTER MSD
Laboratório : MSD – Merck Sharp and Dohme Apresentação: Frasco-ampola com liofilizado + frasco-ampola com diluente. Indicada para: Prevenção contra o herpes-zóster (conhecido popularmente como “cobreiro”), para aplicação em adultos a partir de 50 anos de idade. Eventos adversos: Reações alérgicas, que podem ser graves e podem incluir dificuldade para respirar ou engolir. Se você apresentar uma reação alérgica, ligue imediatamente para seu médico. Febre; urticária no local da injeção; dor articular; dor muscular; erupção cutânea; erupção cutânea no local da injeção; gânglios inchados próximo ao local da injeção (o inchaço pode durar alguns dias a algumas semanas).
HEXAVALENTE GSK Infanrix® Hexa (DTPa-HB-IPV+Hib)
Laboratório: GSK – GLAXOSMITHKLINE Apresentação: Frasco-ampola monodose (Hib – liofilizado injetável) para reconstituição com diluente em seringa preenchida (DTPa/IPV/HB – suspensão injetável). Indicada para: Imunização primária em crianças a partir de 6 meses de idade e pode ser administrada em bebês que receberam a primeira dose de vacina contra hepatite B ao nascer. Eventos adversos: Locais: dor, vermelhidão, enduração. Gerais: perda de apetite, febre, sonolência, irritabilidade.
HPV BIVALENTE GSK CERVARIX®
Laboratório: GSK – GLAXOSMITHKLINE Apresentação: Seringa preenchida 0,5mL. Indicada para: Mulheres a partir dos 10 anos. Eventos adversos: Reações muito comuns: cefaleia, mialgia, reações no local da injeção (que incluem dor, vermelhidão e inchaço) e fadiga. Reações comuns: náusea, vômito, diarreia, dor abdominal, coceira/prurido, rash, urticária, artralgia, febre (≥38°C). Reações incomuns: infecção do trato respiratório superior, tontura, linfadenopatia e outras reações no local da injeção, como induração e parestesia local. Reação rara: reações alérgicas (entre elas reações anafiláticas e anafilactoides), angioedema e resposta de síncope ou vasovagal à injeção, por vezes acompanhada de movimentos tônico-clônicos.
HPV QUADRIVALENTE MSD GARDASIL®
Laboratório: MSD – Merck Sharp and Dohme Apresentação: Seringa preenchida 0,5mL. Indicada para:Proteção contra doenças causadas pelo papilomavírus humano (câncer e lesões de colo de útero, verrugas genitais, câncer de vagina e vulva, infecção por HPV) para aplicação em crianças (9 aos 12 anos), adolescentes e adultos (13 aos 26 anos para homens e 13 aos 45 para mulheres). Eventos adversos:Reações locais: Dor, Inchaço, Eritema (vermelhidão), Hematoma (arroxeamento), Prurido (coceira). Reações gerais: febre. Distúrbios do sangue e sistema linfático: linfadenopatia. Distúrbios do sistema nervoso: tontura, síndrome de Guillain-Barré, cefaleia, síncope. Distúrbios gastrintestinais: náuseas, vômitos. Distúrbios do sistema imunológico: reações de hipersensibilidade, incluindo reações anafiláticas/anafilactóides, broncoespasmo e urticária.
MENINGOCÓCICA CONJUGADA A,C,W,Y Nimenrix® GSK
Laboratório: GSK – GLAXOSMITHKLINE Apresentação: Pó liofilizado para reconstituição com diluente. Embalagem com 1 frasco-ampola + 1 seringa preenchida com diluente 0,5 ml. Indicada para: A vacina meningocócica ACWY conjugada é indicada para imunização ativa de crianças, adolescentes e adultos com risco de exposição a Neisseria meningitidis dos grupos A, C, W-135 e Y, para prevenir doença meningocócica invasiva. Pode ser aplicada em maiores de 12 meses. Eventos adversos: Reações muito comuns (>1/10): perda de apetite, irritabilidade,sonolência, cefaleia, febre, inchaço, dor e rubor no local da injeção e fadiga. Reações comuns (>1/100 a <1/10): sintomas gastrointestinais (incluindo diarreia, vômito e náusea), hematoma no local da injeção. Reações incomuns (>1/1.000 a <1/100):insônia, choro, hipoestesia, vertigem, prurido, rash, mialgia, dor nas extremidades, mal-estar, reação no local da injeção (incluindo induração, prurido, calor, anestesia).Reação rara (>1/10.000 a <1/1.000): Inchaço extenso no membro do local da injeção, frequentemente associada a eritema, algumas vezes envolvendo a articulação adjacente ou inchaço de todo o membro.
MENINGOCÓCICA CONJUGADA C NOVARTIS
Laboratório: Novartis Vaccines and Diagnostics Apresentação: Frasco-ampola com 10µg de pó liofilizado + seringa preenchida com 0,8mL de diluente. Indicada para: Imunização ativa em adultos, adolescentes e crianças contra doenças provocadas pela bactéria Neisseria meningitidis do sorogrupo C. Eventos adversos: Distúrbios gerais comuns: Febre ≥38,0 °C, irritabilidade, sonolência e comprometimento do sono, diarréia e anorexia; vômitos. Reações no local de injeção Muito comuns: Rubor, edema e hipersensibilidade/dor.
PENTAVALENTE SANOFI (DTPa+ HIB + IPV)
Laboratório: Sanofi Pasteur Apresentação: Frasco-ampola com 0,5mL de suspensão. Indicada para: Proteção contra difteria, tétano, coqueluche, poliomielite e doenças causadas pela bactéria H. influenzae tipo B em crianças entre 2 meses e 7 anos. Eventos adversos: Comuns: diminuição da alimentação, vômitos, febre, irritabilidade, choro, sonolência. Reações no local da administração: Vermelhidão, sensibilidade, inchaço no local da vacinação.
PENTAVALENTE GSK Infanrix® Penta (DTPa + HIB + IPV)
Laboratório: GSK – GLAXOSMITHKLINE Apresentação: Frasco-ampola monodose (Hib – liofilizado injetável) para reconstituição com diluente em seringa preenchida (DTPa/IPV – suspensão injetável). Indicada para: Imunização ativa de crianças a partir de 2 meses de idade. Também indicada como dose reforço para crianças que tenham sido previamente imunizadas com antígenos de DTP, pólio e Hib. Eventos adversos: Os eventos adversos sistêmicos relatados foram febre, choro persistente, vômito, diarréia, perda de apetite e agitação. Febre > 39,5°C, considerada como relacionada/ possivelmente relacionada à vacinação, foi relatada raramente. Outros sintomas que foram relatados durante o período de estudo são nervosismo, anorexia, sonolência e fadiga.
PNEUMOCÓCICA 13 VALENTE CONJUGADA Pfizer
Laboratório: Pfizer Apresentação: Seringa preenchida com 1 dose única de 0,5mL de suspensão injetável + 1 agulha. Indicada para: Proteção de crianças entre 6 semanas e 6 anos de idade, contra os sorotipos (1, 3, 4, 5, 6A, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19A, 19F e 23F) da bactéria Streptococcus pneumoniae e para adultos com 50 anos ou mais para prevenção da doença pneumocócica. Eventos Adversos: Crianças: Reação muito comum: diminuição do apetite, irritabilidade, sonolência/aumento do sono, sono inquieto/diminuição do sono, febre, qualquer dor, sensibilidade, vermelhidão, tumefação ou endurecimento no local da vacinação. Reação comum: diarreia, vômitos, erupção cutânea, febre acima de 39°C, sensibilidade no local da vacinação interferindo com o movimento. Reação incomum: choro, convulsões (incluindo convulsões febris), urticária ou erupção cutânea semelhante à urticária, erupção cutânea, vermelhidão, tumefação, ou endurecimento no local da vacinação maior que 7,0 cm. Adultos: Reação muito comum: diminuição do apetite, cefaleias, diarreia, erupção cutânea, dor generalizada nas articulações generalizada recente/agravada, dor muscular generalizada recente/agravada, calafrios, fadiga, eritema no local da vacinação, endurecimento / inchaço no local da vacinação, dor / sensibilidade no local da vacinação, limitação do movimento do braço. Reação comum: vômitos, febre. Reação incomum: náusea, reação de hipersensibilidade incluindo edema de face, dispneia e broncoespasmo, linfadenopatia localizada na região do local da vacinação.
PNEUMOCÓCICA 23 VALENTE POLIVALENTE MSD
Laboratório: MSD – Merck Sharp and Dohme Apresentação: Frasco contendo uma dose de 0,5mL. Indicada para: Vacinação contra doença pneumocócica em indivíduos a partir de 2 anos de idade. Eventos Adversos:Febre (<38,8°C) e reações no local da injeção, incluindo irritabilidade, eritema, calor, edema e endurecimento local; náusea e vômito; linfadenites; reações anafilactóides e doença do soro. Muito raramente, foram relatadas reações parecidas com celulite.
ROTAVÍRUS PENTAVALENTE ORAL MSD
Laboratório: MSD – Merck Sharp and Dohme Apresentação: Dose única em tubos de plástico preenchidos com 2mL, com tampa de torção e em caixas com uma dose. Indicada para: Prevenção de bebês e crianças contra gastroenterite (diarreia e vômitos). Eventos adversos:Comuns: febre, vômitos, diarréia, irritabilidade. Reações graves: bronquiolite, gastroenterite, pneumonia, febre, e infecção do trato urinário em menos de 1% dos vacinados.
TRÍPLICE VIRAL MSD
Laboratório: MSD – Merck Sharp and Dohme Apresentação: Frasco-ampola + ampola diluente. Indicada para: Imunização contra sarampo, caxumba e rubéola a partir de 12 meses. Eventos adversos: Local de aplicação:Muito comum: vermelhidão local Comum: dor local e enduração Corpo de um modo geral: Comum: febre (retal >39,5 ºC, axilar/ oral ≥39,0 ºC), nervosismo, exantema (rash). Incomum: choro anormal, convulsões febris, enduração das parótidas, diarréia, vômito, anorexia.
VARICELA MSD
Laboratório: MSD – Merck Sharp and Dohme Apresentação: Frasco-ampola com liofilizado + frasco-ampola com diluente. Indicada para: Vacinação contra varicela em indivíduos com mais de 12 meses de idade. Eventos adversos: Anafilaxia em indivíduos com ou sem histórico de alergia, trombocitopenia, encefalite, acidente vascular cerebral, mielite transversa, síndrome de Guillain- Barré, paralisia de Bell, ataxia, convulsão febril ou não febril, tontura, parestesia; faringite, pneumonia/pneumonite, síndrome de Stevens-Johnson, eritema multiforme, púrpura de Henoch-Schonlein, infecções bacterianas secundárias da pele e de tecidos moles, incluindo impetigo e celulite.

Indicações

BCG: Poucos estudos mostram eventual diminuição da resposta imune ou eventos adversos aumentados com o BCG em menores de 1.500 g a 2.000 g. Por precaução aguardar o peso de 2.000 g para vacinar.
HEPATITE B: Os RNs de mães portadoras do vírus da hepatite B devem receber ao nascer, além da vacina, imunoglobulina específica para hepatite B (HBIG) na dose de 0,5 mL via intramuscular logo após o nascimento, até, no máximo, o sétimo dia de vida. Em função da menor resposta à vacina em bebês nascidos com idade gestacional inferior a 33 semanas e/ou com menos de 2.000 g, desconsidera-se a primeira dose, e utiliza-se o esquema 0-1-2-6 meses.
PALIVIZUMABE: Trata-se de um anticorpo monoclonal específico contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que está indicado para prematuros e crianças de maior risco. É recomendado para prematuros com idade gestacional menor de 29 semanas até 1 ano de idade, prematuros de 29 a 32 semanas até 6 meses de idade, cardiopatas ou portadores de doença pulmonar crônica até 2 anos de idade, desde que em tratamento clínico para essas condições nos últimos seis meses. É recomendado para prematuros de 32 a 35 semanas com até seis meses de vida que apresentem dois ou mais fatores de risco: criança institucionalizada, irmão em idade escolar, poluição ambiental, doenças neuromusculares e anomalias congênitas de vias aéreas.
Demais vacinas o calendário deve ser seguido conforme a idade cronológica.
Se por qualquer impossibilidade, a criança não receber as vacinas nas idades preconizadas no calendário, deve iniciar, ou atualizar, o esquema de doses tão logo possível. Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente. Preferir uso de vacinas combinadas. Considerar aplicação simultânea na mesma visita. Para definir vacinas e esquemas de doses na adolescência, considerar passado vacinal.Bem-Estar-Vacinas---Calendário-Infantil
A vacina é um dos métodos preventivos mais eficazes para se evitar diversas doenças, mas é preciso seguir as orientações de vacinação corretamente para estar protegido.Bem-Estar-Vacinas---Calendário-Adulto
Sempre que possível, evitar a aplicação de vacinas no primeiro trimestre de gravidez. Após a aplicação de vacinas de vírus vivos atenuados (tríplice viral, varicela e febre amarela), a mulher deve ser orientada a aguardar o prazo de um mês para engravidar. A gestante é grupo de risco para as complicações da infecção pelo vírus da influenza. A vacina influenza está indicada nos meses da sazonalidade do vírus, mesmo no primeiro trimestre de gestação.Bem-Estar-Vacinas---Calendário-Adulto
Os maiores de 60 anos fazem parte do grupo de risco aumentado para as complicações e óbitos por influenza. O indivíduo com mais de 60 anos é considerado de risco para as complicações relacionadas à coqueluche. A vacina está indicada mesmo para aqueles que tiveram a doença, já que a proteção conferida pela infecção não é permanente.Bem-Estar-Vacinas---Calendário-Adulto
As recomendações deste calendário levam em consideração os riscos ocupacionais específicos de cada atividade e as vacinas, que, por este motivo, são especialmente indicadas sobre Ocupacional.Bem-Estar-Vacinas---Calendário-Ocupacionais

Doenças prevenidas pelas vacinas

Caxumba (Vacina Tríplice Viral)
O que é: Infecção aguda causada por vírus podendo levar ao aumento das glândulas parótidas e febre. Compromete principalmente crianças em idade escolar e adultos jovens. O quadro clínico inicia-se com febre baixa, mal estar, dor muscular (mialgia) e dor articular (artralgia). Após um período de viremia (vírus na corrente sanguínea), o vírus se localiza nas glândulas parótidas, sistema nervoso central, testículos e ou outras glândulas. Complicações são encefalite, pancreatite, meningite, orquite, ooforite e surdez. Meios de transmissão: Através do ar, saliva, muco nasal ou urina de pessoas infectadas. Como prevenir: Buscar assistência médica para prevenir complicações (orquites, ooforites, meningite, encefalite e surdez), e vacinar as crianças e adultos sem histórico completo de vacinação. A vacina tríplice viral é considerada altamente imunogênica e eficaz contra sarampo, caxumba e rubéola, com proteção duradoura para a maioria dos indivíduos que receberam 2 doses. Efeitos adversos da vacina: Locais: ardência, enduração, linfadenopatia (íngua) regional. Sistêmicas: aumento da temperatura corporal (0,5 a 4%), irritabilidade, conjuntivite e sintomas catarrais. Vacina contraindicada em gestante, imunodeficientes, portadores de leucemia, linfoma e tuberculose ativa, assim como pessoas com histórico de alergia a neomicina. A gravidez deve ser evitada por 4 semanas após a vacinação. Deve-se adiar a vacinação por 3 meses após transfusão sanguínea. Como tratar: Não existe tratamento específico, indicando-se apenas repouso, uso de medicamentos conforme sintomas e observação cuidadosa quanto à possibilidade de complicações.
Coqueluche (Vacina DTP/DTPa)
O que é: A coqueluche é uma doença infecciosa aguda, que compromete especificamente o aparelho respiratório (traqueia e brônquios) e se caracteriza por tosse seca. A doença evolui em três fases sucessivas. Fase Catarral: Com duração de uma ou duas semanas, os pacientes apresentam infecções respiratórias leves, febre pouco intensa, mal-estar geral, coriza e tosse seca, progredindo para surtos intensos de tosse. Fase Paroxística: Observa-se aumento da intensidade e da gravidade da tosse, acompanhada por vezes de vômito. A febre é ausente ou mínima. Fase da Convalescença: Os sintomas diminuem gradualmente. Crianças menores de um ao podem apresentar graves complicações respiratórias, neurológicas e hemorrágicas. Meios de transmissão: Ocorre de pessoa para pessoa através do contato direto com secreções eliminadas na tosse, espirro ou ao falar com indivíduo contaminado. A transmissão por objetos recém-contaminados com secreções do doente é rara. Como prevenir: Recomenda-se a lavagem de mãos,uso de óculos e luvas quando em contato com o paciente infectado. Outra forma de prevenção contra a coqueluche é a vacinação. A eficácia da vacina DTP para coqueluche é de 75 a 80%, não sendo permanente, ou seja, diminuindo com o tempo; em média de 5 a 10 anos após a última dose da vacina, a proteção pode ser pouca ou nenhuma. Existe risco teórico de reações locais mais graves para gestantes que estão repetindo as doses de dTpa-r(tétano, difteria e coqueluche acelular). Vacina é contraindicada em indivíduos com história e reação anafilática após o recebimento de qualquer dose da vacina. Como tratar: O tratamento é feito com o uso de medicamentos de acordo com os sintomas que eliminam a bactéria (antibióticos).
Dfteria (Vacina DTP/DTPa)
O que é: Doença transmissível aguda, infecciosa, causada por uma bactéria tóxica que frequentemente se aloja nas amígdalas, faringe, laringe, nariz e, ocasionalmente, em outras mucosas e na pele. Os sintomas mais comuns são placas branco-acinzentadas nas amígdalas, podendo invadir também a faringe,laringe e fossas nasais, mal estar, palidez, dor de garganta discreta e febre normalmente não muito elevada. Nos casos mais graves hás intenso inchaço do pescoço,podendo ocorrer asfixia. Meios de transmissão: Contato direto da pessoa doente ou do portador da doença com pessoa suscetível (gotículas de secreção eliminadas por tosse, espirro ou ao falar). A transmissão por objetos recém contaminados com secreções do doente ou de lesões em outras localizações é pouco frequente. O paciente crônico quando não tratado pode transmitir a infecção por seis meses ou mais. Como prevenir: Deve ser realizado o isolamento do paciente infectado e recomenda-se a lavagem de mãos, uso de luvas e máscaras para todos que tenham contato com o portador da doença. A vacinação também é adotada como medida de prevenção. A eficácia da vacina DTP para difteria é de 80 a 90%, não sendo permanente, ou seja, diminuindo com o tempo; em média de 5 a 10 anos após a última dose da vacina, a proteção pode ser pouca ou nenhuma. Existe risco teórico de reações locais mais graves para gestantes que estão repetindo as doses de dTpa-r(tétano, difteria e coqueluche acelular). Vacina é contraindicada em indivíduos com história e reação anafilática após o recebimento de qualquer dose da vacina. Como tratar: Administração do soro antidiftérico (SAD), que deve ser feito em unidade hospitalar e cuja finalidade é inativar a toxina produzida no curso da doença o mais rápido, associado ao tratamento para eliminar a bactéria.
Febre Amarela
O que é : Doença aguda, causada por um vírus e de curta duração (no máximo 12 dias). A febre amarela pode se apresentar de maneira leve, grave ou até fatal, sendo os primeiros sintomas a febre alta, calafrios, dores de cabeça intensa, náusea e vômito, que duram até três dias. Após três dias observa-se a melhora da febre por até dois dias, evoluindo para cura ou para forma grave, que se apresenta com o aumento da febre,diarreia e vômitos com aspecto de borra de café. Meios de transmissão : A transmissão se dá através da picada do mosquito (Haemagogus e Aedes aegypti) infectado com a doença. Como prevenir : Deve ser feito o controle do mosquito que transmite a doença e realizada a vigilância sanitária de portos, aeroportos e passagem de fronteira. A vacinação é a medida mais importante para o controle da doença. A vacina 17DD é administrada em dose única e confere proteção próxima a 100%. Em 95% das pessoas vacinadas desenvolvem anticorpos neutralizantes contra a febre amarela 10 dias após a vacinação. Contraindicações: menores de 6 meses de idade, gestantes, pessoas com doenças febris agudas, com hipersensibilidade ao ovo de galinha, mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade devem suspender a amamentação por quinze dias após a vacinação. Deve ser evitada em indivíduos com baixa imunidade como transplantados, portadores de neoplasia maligna, pessoas infectadas pelo HIV sintomáticos ou com TCD4 abaixo de 200/mm3. Como tratar : Não existe tratamento para a febre amarela. É realizado o tratamento dos sintomas apresentados pelo paciente, que deve ser hospitalizado e permanecer em repouso.
Febre Tifóide
O que é : Doença aguda causada por uma bactéria chamada de Salmonella entérica do sorotipo Typhi. Os sintomas mais comuns são febre alta, dores de cabeça obstipação intestinal ou diarréia, mal estar geral, tosse seca, podendo levar à desidratação e até a internação. Meios de transmissão : Água e alimentos contaminados com fezes ou urina de pacientes ou portadores (pessoas que tem a bactéria mais não apresenta os sintomas da doença) da bactéria; legumes irrigados com água contaminada, produtos do mar mal cozidos ou crus (moluscos e crustáceos), leite e derivados não pasteurizados, produtos congelados e enlatados. Como prevenir : Adotar medidas básicas de higiene: lavar bem as mãos com água e sabão antes do preparo dos alimentos e antes de fazer
as refeições; lavar bem os utensílios domésticos que serão utilizados para o preparo de alimentos; conservar os alimentos em local apropriado para consumo e guardados de forma correta; saneamento básico adequado; água tratada e por meio de vacinação. Como tratar : É realizado o tratamento dos sintomas apresentados pelo paciente, que deve ser hospitalizado e permanecer em repouso, além do uso de antibióticos.
Hepatite A
O que é : A hepatite A é causada por um vírus e em geral é benigna, entretanto, durante a doença algumas complicações podem ocorrer. Nos primeiros sete dias apresenta mal-estar, vômito, dor de cabeça e febre baixa. Após estes sintomas pode evoluir para um quadro de icterícia (amarelão), prurido (coceira), aumento do fígado e baço. Após estes sintomas retornam a sensação de bem-estar e gradativamente os sintomas vão desaparecendo. A doença é mais leve em crianças do que em adultos e a recuperação é completa após um a dois meses. Meios de transmissão : A hepatite A é transmitida por água e alimentos contaminados ou de uma pessoa para outra. Como prevenir : Durante a fase aguda da doença as pessoas infectadas devem evitar ao máximo o contato com outros indivíduos, lavar bem as mãos antes das refeições e evitar o preparo de alimentos. A vacina contra hepatite A também é uma medida de prevenção. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda vacinação em crianças maiores de um ano, com base na incidência da hepatite A. A vacina da hepatite A confere proteção por pelo menos 25 anos em adultos e pelo menos 14 a 20 anos em crianças. Está disponível uma vacina combinada (Twinrix, GSK) que inclui a vacina Engerix (hepatite B) e a Havrix (hepatite A). Os efeitos adversos da vacina no local da injeção como dor, vermelhidão (eritema) e inchaço (edema), leves e de curta duração podem ocorrer em até 21% das crianças vacinadas. Reações sistêmicas como fadiga, febre, diarreia e vômitos foram relatados em 5% dos vacinados. Vacina contraindicada em portadores de hipersensibilidade a componentes da vacina e gestantes. Como tratar : Não existe tratamento específico. Se necessário, apenas tratamento sintomático para náuseas,vômitos e prurido. A única restrição está relacionada à ingestão de álcool, que deve ser suspensa por no mínimo seis meses.
Hepatite B
O que é: Doença viral que pode apresentar sintomas ou não. As crianças com idade inferior a 10 anos desenvolvem, geralmente, infecções sem sintomas. Os sintomas na fase aguda da doença, quando presentes, são: anorexia (falta de apetite), náuseas (enjoos), dor abdominal, vômitos e icterícia (amarelão), que em geral é o que determina a procura pelo atendimento médico. Algumas pessoas desenvolvem a forma crônica da doença, apresentando um processo inflamatório hepático que dura mais de seis meses. Isto acontece em 5% a 10 % dos adultos infectados e 90% a 95% dos recém-nascidos filhos de mãe portadora do vírus da hepatite B. Meios de transmissão: A transmissão da Hepatite B se dá, principalmente, através de relação sexual, via transmissão parenteral (por contato sanguíneo) ou vertical (quando a mãe transmite para o filho, compreendendo o estágio desde a gravidez da mulher até a criança completar cinco anos de idade).Também existe a forma fecal-oral de transmissão, no entanto, ela é mais rara que as anteriores. Como prevenir: Deve ser feita a triagem obrigatória nos doadores de sangue, não compartilhar ou reutilizar seringas e agulhas. A vacinação é uma forma de prevenção contra a doença. Todos os recém-nascidos devem ser vacinados nas primeiras 24 horas de vida. O maior objetivo da imunização contra a hepatite B é a prevenção de infecção crônica, que evita sequelas, como cirrose e carcinoma hepatocelular. Reações adversas da vacina podem ser locais (dor, enduração e vermelhidão), gerais (febre, irritabilidade, fadiga, tontura, dor de cabeça, desconforto gastrointestinal), púrpura trombocitopênica (rara) e reação anafilática (1/600.000). Contraindicações da vacina são indivíduos com histórico de alergia a fungo ou a componentes da vacina. Como tratar: Não existe tratamento específico para a fase aguda da doença. Se necessário, apenas sintomático para náuseas e vômitos. Recomenda-se repouso e dieta de acordo com o apetite e aceitação alimentar. A restrição de álcool deve ser suspensa por seis meses, no mínimo; preferencialmente por um ano. Medicamentos não devem ser administrados sem recomendação médica, para não agravar o dano causado no fígado.
Herpes-Zóster
O que é: O herpes-zóster, popularmente conhecido como cobreiro, é causado pelo mesmo vírus da catapora. O principal sintoma em adultos é a dor intensa na extensão do nervo da medula espinhal até a pele, que pode permanecer mesmo após a cura das lesões da pele. Meios de transmissão: Após desenvolver catapora, o que normalmente acontece na infância, o vírus permanece adormecido no sistema nervoso ao longo da medula espinhal. Quando há queda da imunidade, pode ocorrer a reativação do vírus e o desenvolvimento de herpes-zóster. A taxa de mortes por complicações em adultos aumenta a partir dos 50 anos de idade. Até 2 semanas antes do aparecimento da bolhas na pele, podem ocorrer sintomas inespecíficos como mal-estar, dor localizada em um dos lados do corpo, ardência e perda de sensibilidade. Uma área vermelha bem delimitada com pequenas bolhas surge no local da dor, mais comum na região do tórax , abdome e face (perto dos olhos), desaparecendo entre 7 a 10 dias. As bolhas rompem-se, unido-se, formando crostas. Os sintomas duram 30 dias. O herpes-zóster na região dos olhos costuma ter complicações frequentes, e pode afetar permanentemente a visão. Como prevenir: A vacinação é uma medida de prevenção, para minimizar as complicações está indicada em maiores de 50 anos. Como tratar: Para o tratamento do episódio agudo de herpes-zóster são utilizados, em geral, medicamentos antivirais na tentativa de diminuir o tempo, o nível de gravidade e as complicações; analgésicos para reduzir a dor e corticóides para reduzir o processo inflamatório.
Haemofilus Influenza B (HIB)
O que é: O Haemofilus Influenza (Hib) é uma bactéria responsável por causar infecções como otite, sinusite e meningite bacteriana em crianças com menos de dois anos. Os pacientes que sobrevivem a meningite podem sofrer sequelas neurológicas, como perda auditiva parcial e atraso no desenvolvimento da linguagem. Meios de transmissão: A transmissão se dá por via aérea ou por contato direto com secreções e objetos contaminados. Como prevenir: O leite materno é uma das melhores formas de prevenção para crianças menores de seis meses de idade. A outra forma de prevenir é a vacinação. Como tratar: É necessário consulta e orientação médica, até internação hospitalar, conforme a gravidade dos sintomas.
HPV (Papilomavírus humano)
O que é: Os papilomavírus humanos (HPV) são vírus capazes de provocar lesões de pele ou mucosa, sendo mais comum na região genital (vagina, colo do útero, pênis e ânus). As infecções por HPV podem regredir espontaneamente ou causar câncer no colo do útero, vagina, pênis ou ânus. Mais de 96% dos cânceres do colo do útero são originados a partir de uma infecção pelo HPV. Meios de transmissão: O HPV é transmitido pelo contato pele-pele ou pele-mucosa com a pessoa infectada ou de mãe para filho na hora do parto (transmissão vertical). Como prevenir: O uso da camisinha diminui a possibilidade de transmissão na relação sexual (apesar de não evitar totalmente) e por isso é recomendado o seu uso em qualquer tipo de relação sexual, mesmo naquela entre casais estáveis. A vacinação é uma medida de prevenção. A eficácia máxima da vacina ocorre quando a vacina é realizada antes do início da atividade sexual. Entretanto, há eficácia mesmo em quem já iniciou a atividade sexual e nas tratadas por HPV, isso porque a infecção natural não leva à produção de anticorpos suficientes para proteção prolongada. A bula da vacina Quadrivalente (hpv 6,11,16,18) da MSD recomenda aplicação entre os 9 e 26 anos, e a vacina bivalente (hpv 16,18) da GSK é a partir dos 9 anos, sem limite de idade. As vacinas contra o HPV apresentam mínimo efeito adverso (10 a 20%) que, em geral, são dor, inchaço (edema) e vermelhidão (eritema) no local da injeção. Como tratar: Remoção das lesões visíveis, nenhum tratamento promove a eliminação do HPV. A escolha do tratamento em gestantes vai basear-se no tamanho e número das lesões.
Influenza (Gripe)
O que é: A influencia ou gripe é uma infecção viral aguda que ocorre nas vias respiratórias e possui um elevado grau de transmissão entre os indivíduos, sendo mais frequente durante a infância. A influenza inicia com sintomas como cefaleia( dor de cabeça), febre, mal-estar, calafrios e sinais de sintomas respiratórios, como tosse e dor de garganta. Meios de transmissão : A transmissão ocorre por meio de secreções respiratórias (tosse, espirro e mãos contaminadas) de indivíduos que apresentam a doença aguda. Como prevenir : As pessoas infectadas devem cobrir as mãos e o nariz ao tossir e lavar as mãos regularmente. Outra forma de prevenção é a vacinação. A vacinação tem como objetivo reduzir a ocorrência de casos graves e mortes, sendo por isso indicada prioritariamente para as pessoas de maior risco. As vacinas influenza têm excelente segurança e são bem toleradas. São constituídas por vírus inativados, o que significa que contêm somente vírus mortos e portanto não podem causar a doença. Processos agudos respiratórios (gripe e resfriado) após a administração da vacina significam processos coincidentes e não estão relacionados com a vacina. A vacina é contraindicada para crianças menores de 6 meses de idade, para pessoas com história de reação anafilática prévia ou alergia grave (urticária, sibilos, laringoespasmo, edema de lábios, hipotensão, choque, ocorrendo nas primeiras duas horas relacionada ao ovo de galinha e seus derivados, assim como a qualquer componente da vacina – timerosal, neomicina, formaldeído, sacarose). Como tratar : Recomenda-se repouso e hidratação adequada. Alguns medicamentos podem ser utilizados de acordo com a prescrição médica, lembrando-se de evitar o uso de ácido acetil salicílio (AAS) nas crianças.
Meningite (Vacina Meningocócica conjugada)
O que é : Inflamação nas membranas que envolvem o cérebro (meninges) causadas por bactérias (meningites bacterianas), vírus (meningites virais), fungos ou resultados de um traumatismo. A doença é mais comum na infância e os sintomas mais comuns são febre, cefaleia (dor de cabeça) , náuseas, vômitos, rigidez na nuca e até mesmo coma. A meningite bacteriana ocorre durante todo o ano, mas é mais frequente no inverno ou na estação seca. Meios de transmissão : De pessoa para pessoa através das vias respiratórias, principalmente pessoas que residam na mesma casa, namorado (a) ou outro tipo de contato íntimo. Como prevenir: Devem ser adotadas medidas de higiene e desinfecção de todo material contaminado por pessoa infectada, que necessita iniciar o tratamento o mais precoce possível e manter isolado nas primeiras 24 horas após iniciar os medicamentos. A vacinação é forma de prevenção contra a doença. A efetividade da vacinação, considerando todas as faixas etárias, é de cerca de 93% no primeiro ano após a última dose da vacina. Em adultos os efeitos adversos são: vertigem, febre, cefaleia, náuseas e vômitos, desmaios, dor muscular e articular. A maioria dos eventos adversos ocorrem nos primeiros dias após a vacinação, principalmente no dia da aplicação, podendo alcançar até 3 a 6 dias. A maioria são autolimitados e com boa evolução. É contraindicada para indivíduos com hipersensibilidade a qualquer componente da vacina. Como prevenir: Disponível Vacina conjugada Meningocócica C, Vacina polissacarídica Meningocócica A,C,W, Y e recentemente a vacina Meningocócica B.
Pneumococo (Vacina Pneumocócica)
O que é : O Pneumococo é uma bactéria que causa diversas doenças como otite, pneumonia, meningite, sinusite e bronquite. Meios de transmissão : A transmissão de um indivíduo para o outro se dá através de gotículas respiratórias ou contato íntimo. A transmissão pode aumentar em aglomerações ou ambientes com ventilação precária (creche, presídio, quartéis e abrigos). Como prevenir : A vacinação é uma medida de prevenção. A proteção vacinal depende da coincidência entre os sorotipos mais frequentes na região e os sorotipos contidos nas vacinas, como exemplo, a vacina polissacarídica 23 valente tem potencial de cobertura de 86%. A vacina pneumocócica 23-valente, assim conhecida por conter 23 sorotipos do pneumococo não é eficaz para crianças abaixo de 2 anos; já, em adultos, idosos e pacientes com doença de base a eficácia é satisfatória. Não possuem eventos adversos graves e o choque anafilático é raro, apenas vermelhidão e dor discreta no local da aplicação e os efeitos sistêmicos podem ser febre baixa, fadiga, cefaleia e dor muscular. Como tratar: É necessário acompanhamento médico.
Poliomielite
O que é: Poliomielite é uma doença viral aguda que se manifesta de várias formas diferentes, como infecções inaparentes, quadro febril inespecífico e formas paralíticas. Apenas a forma paralítica possui características típicas: ocorre súbita deficiência motora acompanhada de febre e diminuição ou ausência de reflexos na área paralisada. Meios de transmissão : Principalmente por contato direto pessoa a pessoa, pelas vias fecal-oral (a principal) ou oral-oral. Como prevenir : A forma de prevenção da Poliomielite é a vacinação. Como tratar : Não há tratamento específico, mas todos os pacientes com manifestações clínicas devem ser internados para tratamento de suporte.
Rotavírus
O que é : O Rotavírus é considerado um dos mais importantes vírus que causam diarreia aguda grave, destruindo as células do intestino de adultos e crianças. Os recém-nascidos geralmente não apresentam sintomas, mas crianças a partir de 3 meses apresentam vômitos, diarreia e febre. Meios de transmissão : A transmissão ocorre principalmente por via fecal-oral. Como prevenir: Melhoria da qualidade da água, destino adequado do lixo e higiene pessoal e alimentar são medidas adotas como prevenção. A vacinação contra rotavírus também é adotada como medida de prevenção. Como tratar : O tratamento indicado é a hidratação com Sal de Reidratação Oral (SRO). A alimentação habitual deve ser mantida, principalmente o leite materno e os possíveis erros alimentares devem ser corrigidos.
Rubéola (Vacina Tríplice Viral)
O que é: Doença aguda causada por um vírus, que se manifesta com manchas avermelhadas (exantemas) na face, couro cabeludo e pescoço, espalhando-se para o tronco e membros. Além das manchas avermelhadas, a rubéola também pode causar febre baixa e aumento dos gânglios no pescoço. Meios de transmissão: Contato com secreções de pessoas infectadas. A transmissão por objetos contaminados é pouco frequente. A mulher grávida contaminada por rubéola pode passar a doença para o bebê através da placenta. Essas crianças, que adquirem a chamada rubéola congênita, eliminam o vírus pela urina por secreções nasofaríngeas, por um período mais de um ano, sendo esta eliminação maior nos primeiros meses de vida. Como prevenir: O isolamento de pacientes infectados pode diminuir o contágio. A vacinação contra rubéola também é uma medida de prevenção. A vacina tríplice viral é considerada altamente imunogênica e eficaz contra sarampo, caxumba e rubéola, com proteção duradoura para a maioria dos indivíduos que receberam 2 doses. Efeitos adversos da vacina: Locais: ardência, enduração, linfadenopatia (íngua) regional. Sistêmicas: aumento da temperatura corporal (0,5 a 4%), irritabilidade, conjuntivite e sintomas catarrais. Vacina contraindicada em gestante, imunodeficientes, portadores de leucemia, linfoma e tuberculose ativa, assim como pessoas com histórico de alergia a neomicina. A gravidez deve ser evitada por 4 semanas após a vacinação. Deve-se adiar a vacinação por 3 meses após transfusão sanguínea. Como tratar: Não há tratamento específico para a rubéola. É tratado apenas os sinais e sintomas desenvolvidos com a doença.
Sarampo (Vacina Tríplice Viral)
O que é : Doenças viral altamente contagiosa, caracterizada pelo aparecimento de manchas vermelhas por todo o rosto. Os sintomas ocorridos nos portadores da doença são: febre, tosse, corrimento no nariz (coriza), conjuntivite, fotofobia e mal estar. O sarampo pode apresentar complicações, como: infecções respiratórias, pneumonias, encefalites, otites, laringites e diarreia. Meios de transmissão : É transmitido diretamente de pessoa a pessoa, através das secreções expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Como prevenir: O isolamento domiciliar ou hospitalar dos pacientes pode diminuir o risco de transmissão. Deve-se evitar, principalmente, a frequência a escolas ou creches, agrupamentos, ou qualquer contato com pessoa suscetíveis. A vacinação também é uma forma de prevenção de doença. A vacina tríplice viral é considerada altamente imunogênica e eficaz contra sarampo, caxumba e rubéola, com proteção duradoura para a maioria dos indivíduos que receberam 2 doses. Efeitos adversos da vacina: Locais: ardência, enduração, linfadenopatia (íngua) regional. Sistêmicas: aumento da temperatura corporal (0,5 a 4%), irritabilidade, conjuntivite e sintomas catarrais. Vacina contraindicada em gestante, imunodeficientes, portadores de leucemia, linfoma e tuberculose ativa, assim como pessoas com histórico de alergia a neomicina. A gravidez deve ser evitada por 4 semanas após a vacinação. Deve-se adiar a vacinação por 3 meses após transfusão sanguínea. Como tratar : Tratam-se os sintomas e orienta-se hidratação oral.
Tuberculose (BCG)
O que é: Doença infecciosa causada por uma bactéria que atinge principalmente o pulmão. Em 90% dos infectados o organismo consegue impedir o desenvolvimento da doença, que evolui acompanhada de febre baixa, suor em excesso, falta de apetite, emagrecimento e tosse seca, podendo se tornar acompanhada de escarros. As formas de tuberculose em outros órgãos além dos pulmões são mais frequentes em crianças e indivíduos de baixa imunidade. Meios de transmissão: De pessoa para pessoa através da tosse, fala ou espirro. Como prevenir: Diagnóstico e tratamento precoce dos pacientes infectados e vacinação. Como tratar: É necessário acompanhamento médico.
Varicela (Catapora)
O que é: Doença causada por um vírus, também conhecida como Catapora, que causa o aparecimento de exantema (manchas vermelhas) e prurido (coceira), sendo geralmente benigna em crianças e mais grave em adultos. Crianças que adquirem a varicela antes de completar um ano de idade são mais vulneráveis a complicações. As complicações mais comuns decorrentes da varicela são causadas por bactérias oportunistas, podendo causar infecções da pele, pneumonia, otite e sinusite. Meios de transmissão: A transmissão da doença ocorre por meio do contato com lesões na pele ou mesmo por via respiratória. Como prevenir: Deve-se lavar as mãos após tocar nas lesões causadas pela doença. Pacientes internados devem ser submetidos ao isolamento. A vacinação contra varicela também é uma medida de controle da doença. A eficácia da vacina com duas doses é acima de 98% contra qualquer forma de varicela e acima de 100% contra a forma grave. Como efeitos adversos locais podem ocorrer: dor, edema, vermelhidão, induração em 20% dos vacinados, nas primeiras horas; erupção leve em 3,5% dos vacinados 8-19 dias após a vacinação. Como efeito sistêmico pode ocorrer febre em 15% dos vacinados, até 40 dias após a aplicação. É contraindicada no caso de histórico de anafilaxia causada por um dos componentes da vacina, doenças ou tratamentos imunodepressores, gestação ou quadro febril agudo. A vacina está indicada para adolescentes, mulheres em idade fértil e/ou em tratamento de fertilização, não gestante, puérperas (pós-parto), e para pessoas que moram ou trabalham em ambientes com grande risco de transmissão da varicela (escolas, instituições coletivas, área militar). Como tratar: Varicela em crianças saudáveis é uma benigna, sendo necessário tratamento dos sintomas na maioria dos casos.